sexta-feira, 6 de maio de 2011

6 de maio de 2011

Meu amor, como todos os dias, eu tenho muito o que escrever para você. É uma delícia escrever essas cartas para você e tentar fazer parte do seu dia de uma maneira mais intensa. Mas, não posso deixar de registrar a maneira penetrante que eu entrei na sua vida ontem. É uma delícia imaginar você em cima da mesa, de improviso, toda contorcida, gemendo. Humm...uma delícia.
Passei parte do dia pensando nisso e como é bom variar as vezes. O dia está meio louco, mas, apesar disso preciso encontrar espaço para chegar até o seu coração. Hoje, irei almoçar com Neilton e Geane. Depois sigo para Lauro de Freitas para levar minha mãe até o banco. Ela precisa sacar o dinheiro dela do auxílio que ela recebe do governo. Também fiquei atribulado com a barulheira lá no Hospital Roberto Santos e quanto ainda precisamos avançar na saúde e nas outras coisas em nosso estado e no nosso país. Temos muito o que fazer ainda meu amor.
Ainda é meio-dia e talvez eu não tenho outra oportunidade de escrever uma carta para você. Espero que posso buscar você logo cedo em casa hoje. Liguei para meu pai. Conversei um pouco e ele tá um pouco ansioso para participar do Conselho Estadual de Cultura. Vamos torcer né? A gente precisa marcar uma entrevista semana que vem com o secretário de cultura Albino Rubim.
Estou morrendo de fome neste momento amor. Talvez, não neste exato momento que você ver essas palavras...mas, quando chegarmos em casa também estarei com muita fome e, portanto, é tarefa sua alimentar o seu marido direitinho. Neilton tá aqui reclamando, diz que eu não sou normal de escrever neste horário para você, logo na hora da gente sair, mas...não existe hora para falar com o seu coração.

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